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 Olá, tudo bem? 
Quem gosta de artesanato não consegue ficar muito tempo sem fazer alguma arte. Ou melhor, uma nova arte!



O material eu já tenho, agora é só por a mão na massa, ou melhor, nos papéis e tecidos!
E eu já comecei!


E você, tem feito algum artesanato? Conta pra mim nos comentários!
Um beijo e que Deus te abençoe!
Olá a todos.
Há tempos que não postamos aqui no Blog. É culpa da correria do dia-a-dia. Mas agora bateu aquela saudade de artesanatos que resolvi voltar a postar.
Seguindo a linha das almofadas, que diga-se de passagem, eu a-m-o, vou mostrar uma almofada em formato de rosa que fiz.





Ela foi feita com malha fio trinta e o preenchimento é de fibra siliconada.
É bem fácil de fazer. Eu gostei muito. E o resultado final é lindo.

Bom, como eu não fiz um passo a passo pra ensinar vocês a fazer essa belezura, segue um vídeo, que não é exatamente a mesma coisa mas é bem parecido, a ideia é a mesma. Espero que façam e me falem se gostaram e como ficou o resultado.


Não esqueça de postar seu comentário.
Beijos e que Deus os abençoe.

Angelina






Artesanato
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Artesanato é essencialmente o próprio trabalho manual ou produção de um artesão (de artesão + ato). Mas com a mecanização da indústria o artesão é identificado como aquele que produz objetos pertencentes à chamada cultura popular.
O artesanato é tradicionalmente a produção de caráter familiar, na qual o produtor (artesão) possui os meios de produção (sendo o proprietário da oficina e das ferramentas) e trabalha com a família em sua própria casa, realizando todas as etapas da produção, desde o preparo da matéria-prima, até o acabamento final; ou seja, não havendo divisão do trabalho ou especialização para a confecção de algum produto. Em algumas situações o artesão tinha junto a si um ajudante ou aprendiz.

História

Os primeiros objetos feitos pelo homem eram artesanais. Isso pode ser identificado no período neolítico (6.000 a.C.) quando o homem aprendeu a polir a pedra, a fabricar a cerâmica como utensílio para armazenar e cozer alimentos, e descobriu a técnica de tecelagem das fibras animais e vegetais. O mesmo pode ser percebido no Brasil no mesmo período. Pesquisas permitiram identificar uma indústria lítica e fabricação de cerâmica por etnias de tradição nordestina que viveram no sudeste do Piauí em 6.000 a.C.
Historicamente, o artesão, responde por todo o processo de transformação da matéria-prima em produto acabado. Mas antes da fase de transformação o artesão é responsável pela seleção da matéria-prima a ser utilizada e pela concepção, ou projeto do produto a ser executado.
A partir do século XI, o artesanato ficou concentrado então em espaços conhecidos como oficinas, onde um pequeno grupo de aprendizes viviam com o mestre-artesão, detentor de todo o conhecimento técnico. Este oferecia, em troca de mão-de-obra barata e fiel, conhecimento, vestimentas e comida. Criaram-se as Corporações de Ofício, organizações que os mestres de cada cidade ou região formavam a fim de defender seus interesses.
 

Com a Revolução Industrial, teóricos do século XIX, como Karl Marx e John Ruskin, e artistas criticavam a desvalorização do artesanato pela mecanização. Os intelectuais da época consideravam que o artesão tinha uma maior liberdade, por possuir os meios de produção e pelo alto grau de satisfação e identificação com o produto.
Na tentativa de lidar com as contradições da Revolução Industrial, William Morris funda o grupo de Artes e Ofícios na segunda metade do século XIX, tentando valorizar o trabalho artesanal e se opondo à mecanização.

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